O que faz uma artista ser percebida como marca?

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Cliente: Camila Ariel

Ano: 2025

Camila Ariel cria universos através da arte.
Suas ilustrações carregam sentimentos, símbolos e camadas e, ao mesmo tempo, comunicam para marcas, produtos e pessoas.
Nosso trabalho foi transformar esse universo sensível em presença estratégica, ajudando Camila a posicionar sua marca pessoal como artista e diretora criativa de um estúdio de design.

Unimos poesia, clareza e intenção para que sua arte falasse, também, a língua do mercado.

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Desafio

O Instagram da Camila já tinha beleza, delicadeza e um estilo próprio.
Mas faltava transformar isso em:

  • Posicionamento claro: artista e diretora criativa do estúdio Aurora.
  • Estratégia que sustentasse seu universo mágico sem engessá-lo.
  • Consistência visual: roxo, amarelo, a menina de pijama, processos e experimentos.
  • Linguagem comercial suave, capaz de atrair um público premium.
  • Organização narrativa das diversas frentes de conteúdo (arte, rotina criativa, aplicações comerciais, lifestyle sensível).
  • Frequência sustentável que respeitasse o fluxo criativo.

 

Era preciso responder à pergunta:

Como posicionar uma artista sensível sem apagar a poesia que a faz única e sem perder eficiência comercial?

O que fizemos

Criamos uma estratégia que respeita a rotina da Camila, mas dá forma, direção e impacto ao que ela já faz com o coração. Nosso processo começou como toda criação cuidadosa começa: observando, ouvindo, respirando o universo que já existia.

– Posicionamento que nasce do interior: Construímos uma narrativa clara para sua marca pessoal: Camila como artista e diretora criativa, dona de um estúdio que cria mundos ilustrados com alma e profundidade. Um posicionamento pensado para conversas que importam: com marcas, criadores e pessoas que buscam estética, significado e conexão.

– A estética como linguagem: Organizamos as cores, as formas, a personagem de pijama, o traço e a luz. Não para limitar, mas para dar continuidade. Criamos diretrizes visuais que respeitam o que já era dela: o místico, o suave, o onírico.

A estética virou assinatura. Reconhecível. Intencional. Poética.

– A voz que convida: Escrevemos um tom de voz que sussurra em vez de gritar: frases leves, metáforas breves, convites suaves. Tudo com a sensibilidade de quem cria mundos.

– Pilares que sustentam sem prender: Estruturamos sua narrativa em eixos que organizam sua multiplicidade: arte, processos, experimentações, aplicações, vida criativa, rituais, símbolos. Eles permitem que ela respire dentro deles.

Não criamos gavetas. Criamos caminhos.

– Uma rotina que respeita o fluxo criativo: Sugerimos uma frequência possível. Formatos que valorizam o que ela sabe fazer melhor. Um calendário que funciona como bússola.

Resultado

Com essa estratégia, Camila não é percebida apenas como ilustradora, ela se posiciona como artista e diretora criativa à frente de um estúdio.

Sua estética agora conversa diretamente com o público que deseja alcançar.
Seu Instagram deixa de ser apenas portfólio e se torna vitrine estratégica.
A poesia permanece, mas agora tem direção.
A magia continua, mas agora também converte.

A estratégia não podou a arte.
Ela ampliou. Conectou. Refinou.

Ajudou a transformar o que já era lindo em algo ainda mais:
profissional e intencional.

A estratégia não engaiola a criação, ela amplia, ecoa e fortalece.

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