Quando o processo deixa de ser bastidor e vira posicionamento?

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Cliente: Julia Neumann

Ano: 2025

Julia Neumann é ilustradora e diretora criativa, fundadora do Juno The Studio. Seu trabalho sempre esteve ancorado em processo, repertório visual e pensamento conceitual, traduzindo ideias abstratas em soluções visuais para marcas e projetos criativos.

O desafio não era criar identidade, ela já existia.

Era organizar essa identidade em presença, tornando claro, no digital, o valor estratégico do seu trabalho.

Desafio

A presença digital da Julia ainda não comunicava com clareza seu papel como diretora criativa nem conduzia o público para uma leitura estratégica do seu trabalho. O processo criativo, que sempre foi central em suas entregas, aparecia de forma fragmentada. O desafio foi estruturar essa presença para que estética, discurso e intenção caminhassem juntos, fortalecendo autoridade e direcionando o olhar de quem chegava ao perfil.

O que fizemos

Desenvolvemos uma estratégia de conteúdo que parte do fazer para sustentar o posicionamento.

  • Definimos Julia como ilustradora e diretora criativa, responsável por traduzir conceitos em soluções visuais;
  • Organizamos uma estética consistente, alinhada ao Juno The Studio, funcionando como assinatura;
  • Estruturamos o processo criativo como eixo central da narrativa;
  • Criamos diretrizes de comunicação verbal claras, profissionais e acessíveis;

Planejamos a presença digital de forma integrada, respeitando a lógica de cada plataforma.

O que entregamos

  • Diagnóstico de presença digital e posicionamento;
  • Direção estética e visual;
  • Estrutura de editorias e formatos;
  • Planejamento multicanal: Instagram, TikTok, Linkedin, Pinterest e Behance;
  • Cronograma sustentável e replicável;
  • Boas práticas para consistência e fortalecimento de autoridade.

Resultado

A presença digital da Julia passa a comunicar clareza, intenção e valor estratégico.

O processo criativo deixa de ser invisível e se torna diferencial. O conteúdo deixa de ser fragmentado e passa a construir narrativa. A marca pessoal se consolida como a de uma diretora criativa que pensa, estrutura e traduz visualmente, atraindo projetos mais alinhados e oportunidades mais qualificadas.

A estratégia não engaiola a criação, ela amplia, ecoa e fortalece.

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